Musicalização Infantil, importante ou fundamental?

Musicalização Infantil, importante ou fundamental?

Veja e aproveite uma oportunidade muito especial no final do post.
O que devo fazer?
Objetivamente, defendemos e acreditamos que deve responsabilize-se já e ativamente, no saudável desenvolvimento e crescimento dos seus filhos. Inscreva-os numa escola de arte, mesmo que eles ofereçam resistência num primeiro momento. Um bom profissional terá a capacidade de inverter essa rejeição e desmistificar preconceitos instituídos resultantes de uma atividade que tem vindo a ser ignorada e desprezada. Os seus filhos vão agradecer e você vai orgulhar-se da fundamental decisão que tomou, além de testemunhar as diferenças de comportamento, realizações e escolhas que acompanharão os seus filhos para toda a vida!
Um saber que já não é novo
Vem de há muito, a consciência que temos da importância da musicalização e da vivência musical em geral, na formação e desenvolvimento do ser humano. Neste afresco encontrado num templo Egípcio, observamos uma intensa atividade musical, com a utilização de vários instrumentos, proporcionando já diversas sonoridades, melódicas e harmônicas. Note-se, na cena, o envolvimento de crianças e jovens. Esta atividade está historicamente datada entre o sexto e o quarto milênio antes de Cristo, ou seja há mais de 6000 anos.
A importância, é consensual e já vem de há muito tempo atrás
Bem mais tarde, mas no distante século XI, com o desabrochar das primeiras Universidades, a música foi introduzida nas cátedras, como eram chamadas as disciplinas, ou cadeiras ministradas por um professor catedrático. As primeiras cátedras: Trivium (constituído por lógica, gramática e retórica) e Quadrivium (por aritmética, música e geometria), refletem a importância dada à música. É interessante observar que já nessa época, se tinha a noção de que o intelecto é aperfeiçoado pelas então chamadas cinco virtudes intelectuais, duas práticas e três teóricas, sendo elas: compreensão, ciência, sabedoria, prudência e arte.
De importante, a fundamental
O que muitas pessoas hoje desconhecem, é que essa importância, que como vimos, é indiscutivelmente reconhecida e lá bem de trás, tomou na atualidade o caráter de: fundamental.
Porquê?
As razões que justificam este acréscimo na importância da música e das artes no geral, na nossa formação e desenvolvimento nos dias atuais, justifica-se pela tendência da gradativa inversão no ritmo e dimensão do desenvolvimento intelectual, psíquico e motor, grosso modo proporcionada pelo advento da(s) tecnologia(s). Paradoxalmente, vivemos hoje a embaraçosa realidade de saber que o homem sapien sapiens, era mais inteligente do que nós. Os desafios, dificuldades, perigos, inseguranças, desconforto e desconhecimento do passado, despertavam para uma mais acentuada necessidade de atividade cerebral com especificidades que hoje não fazem mais sentido e onde imperava um diferente espírito de curiosidade e necessidades, nesses nossos antepassados, que desse modo recebiam uma acrescida motivação e propensão biológica para um cérebro mais ativo, inconformado e questionador. Por outro lado, os benefícios da tecnologia ao serviço da praticidade e comodidade de múltiplos aspectos relacionados com o nosso dia a dia, trouxeram também a recente descoberta do quanto isso está a traduzir-se num “desaceleramento” das necessidades de desenvolvimento e crescimento do cérebro em termos intelectuais.
Novas dificuldades e fragilidades
Se é bem verdade que a segurança, conforto, diversidade e quantidade de conhecimentos dos nossos jovens, é incomensuravelmente maior que a dos nossos antepassados, também não é menos verdade que, os nossos filhos, hoje, são, grosso modo, menos resilientes, autônomos, insistentes, dedicados, curiosos e seguros. Essa inversão de tendências está a contribuir para o desenvolvimento de um cérebro adaptado a essas novas realidades. Um cérebro que não precisa crescer mais, (como previam os cientistas há algumas décadas atrás), para atender ás necessidades do mundo atual.
O nosso cérebro tem a tendência de se adaptar para responder ás necessidades do mundo em que vivemos
Não faz muito tempo que cientistas descobriram uma espécie de molusco que, após uma emprendedora caminhada até encontrar numa rocha, um lugar seguro para se alimentar e nela grudar definitivamente para o resto da vida, acaba perdendo o cérebro. Na verdade, se o que agora passa a precisar fazer, está circunscrito à atividade metabologica que é assegurada pelos outros orgãos, o animal, assim que atinge esse que é o seu proposito de vida, naturalmente descarta o seu cérebro, já que ele não lhe é útil e ou, necessário. Assim acontece com as nossas funções cerebrais, biologicas, ou psicomotoras. Se não nos exercitamos em determinadas funções, perdemos a capacidade de as vir a usar, pelo menos na plenitude desejável.
Imagem meramente ilustrativa de um molusco sem cérebro
E o que isso tem a ver com a música e a arte em geral?
Não é previsível que, estas descobertas, mesmo que se tornem amplamente difundidas, tenham a capacidade de alertar os pais de hoje, ao ponto de inverter o rumo natural das coisas. Vamos aceitando e aprendendo a lidar com o que a vida e o mundo nos vai oferecendo, com o novo e tudo o que nele existe de incontornável, como a evolução tecnológica e tudo e que daí resulta. Apesar de nos ser oferecida a possibilidade de fazermos as nossas escolhas, em função do que desejamos e acreditamos, não se adivinha algum tipo de revolução do tipo “neo-renascentista”, de cunho mais humanista, com preocupações em resgatar “ingredientes” de uma outra essência que outrora nos caracterizou e que leve, por exemplo, um pai a deixar de oferecer um smartphone ao seu jfilho de 8 anos, só para que ele tenha outras oportunidades mais adequadas de estimular e desenvolvimento adequado do seu cérebro, ou que, com com essa idade e pelos mesmos motivos, o faça ir para a escola pelos seus próprios meios, como era usual e aconteceu comigo no meu tempo de ensino fundamental (muito menos com o agito, a criminalidade e a sinistralidade de uma cidade como a nossa), ou ainda, que o sujeite aos severos e ultrapassados “incentivos” cerebrais vividos pelos nossos antepassados, na necessidade de resolver as solicitações do seu tempo.
E é por isso que o a vivência artística, se apresenta hoje, não mais como importante, interessante, ou aconselhável (como sempre foi), mas agora como: fundamental! Se queremos proporcionar ás nossas crianças a possibilidade de desenvolvimento dos seus cérebros, nos mais amplos, abrangentes e recônditos aspectos, em direção à exploração das suas ilimitadas capacidades, precisamos propiciar, além de tudo o que hoje dispomos e ao que o ensino tradicional instituído precariamente atende, uma atividade artística, que nos mais jovens pode e deve ser a musicalização infantil. Isso se queremos atenuar as crescentes dificuldades e fragilidades que neles passámos a identificar, talvez sem que disso tenhamos dado conta, fruto da modernidade, contraditoriamente, num mundo onde nunca tivemos tanta comodidade, conhecimento, longevidade, proteção e segurança. A Musicalização, ou outra atividade artística que complemente a educação e o crescimento dos nossos filhos, vai fazer toda a diferença no combate a essas recém chegadas dificuldades, ás quais tivemos de inventar novas expressões que se instituíram: bullying, hiperatividade, desmotivação generalizada, baixa resiliência, problemas no sistema respiratório, déficit de atenção, dificuldade de memorização, etc, etc, etc…
Qual a melhor idade para iniciar o meu filho na musicalização?
Se quisermos ser precisos, o processo de musicalização deve começar ainda no útero. Estão comprovados os efeitos benéficos da música no bem estar do bebê, em todo o período de gravidez. Recentemente isso foi confirmado e complementado por um estudo finlandês publicado na última quarta-feira na revista PLOS ONE, que identificou também a vantagem da música durante a gravidez, para o aprendizado da linguagem da criança no futuro.
Isso significa que em qualquer idade é altamente recomendavel a prática e vivência artística. E hoje temos a posibilidade de adaptar essas práticas a qualquer estadio da vida das crianças, dos jovens até mesmo dos adultos. Mas no que se refere à musicalização infantil e considerando os conhecimentos que temos hoje do funcionamento e necessidades do cérebro da criança e do processo de seu desenvolvimento em termos gerais, a idade aconselhada para uma prática regular é a partir dos 2 anos de idade.
Isso significa que em qualquer idade é altamente recomendavel a prática e vivência artística. E hoje temos a posibilidade de adaptar essas práticas a qualqer estadio da vida das crianças, dos jovens até mesmo dos adultos. Mas no que se refere à musicalização infantil e considerando os conhecimentos que temos hoje do funcionamento e necessidades do cérebro da criança e do processo de seu desenvolvimento em termos gerais, a idade aconselhada para uma prática regular é já a partir dos 3 anos de idade (se não antes).
É disso exemplo a aula experimental gratuita, que vai ter lugar nas instalações do INCCAS, já no próximo dia 17 de Fevereiro. (Mais informações, no final desta página)
 
 
Pesquisador em comportamento e desenvolvimento humano. Diretor Geral do INCCAS – Escola de Arte
Super oportunidade!!
Aula experimental de Musicalização Infantil
Faça agora a inscrição do(s) seu(s) filho(s) para a aula experimental grátis de musicalização infantil que vai acontecer no INCCAS – Escola de Arte, no proximo dia 17 de Fevereiro das 9h00 ás 9h50.

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Como a música pode influenciar no desenvolvimento de uma criança?

Como a música pode influenciar no desenvolvimento de uma criança?

Foto: divulgação
A música faz o cérebro evoluir de modo único. A constatação é da neuropsicóloga Catherine Loveday, da Universidade de Westminster. Mas vem reiterar aquilo que educadores e famílias já sentem na prática: o ensino musical contribui para o desenvolvimento infantil em diversos aspectos. De acordo com a pesquisadora, ao afetar as emoções, a música é capaz de estimular profundamente o cérebro, como nenhuma outra forma de manifestação artística. “Trata-se de um forte estímulo cognitivo e há fortes evidências de que a prática musical melhore a memória e a linguagem”. O cientista do Instituto canadense Rotman, Sylvain Moreno, liderou uma pesquisa que avaliou o efeito da prática musical no desenvolvimento do cérebro de crianças de oito anos. Elas receberam aulas gratuitas de música por um período de seis meses e foram avaliadas antes e depois. Os testes mediram habilidades cognitivas, auditivas e de leitura. Na avaliação final, as crianças demonstraram melhora nas habilidades de leitura e eram mais capazes de conectar palavras escritas com seus sons falados – um componente crítico da alfabetização. Além disso, foram identificadas mudanças de entonação ou emoção durante uma conversa. Os pesquisadores também monitoraram as ondas cerebrais das crianças usando técnicas de neuroimagem, o que comprovou um aumento da atividade em regiões associadas com escuta cuidadosa, fala e música. “Desde o útero da mãe, as crianças respondem a estímulos musicais”, aponta Claudia Freixedas, Diretora Educacional da Amigos do Guri, gestora do Projeto Guri no litoral e interior de São Paulo. Maior projeto sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri proporciona educação musical gratuita a crianças e jovens entre 6 e 18 anos. De acordo com Claudia, “a partir da 21ª semana de gravidez, os bebês já podem perceber estímulos sonoros, como sons internos do corpo da mulher, batimento cardíaco, respiração e a voz da mãe. Nos primeiros meses de vida, o bebê já demonstra interesse pelos sons ao seu redor e se assusta facilmente com ruídos altos. Entre os 4 e 6 meses de vida, já começa a tentar identificar de onde vem o som e qual a fonte sonora, demonstrando grande sensibilidade auditiva. Por isso, destacamos a importância da valorização do estímulo musical a crianças desde os primeiros anos”, afirma a diretora educacional. Elaine Rodrigues, de São José dos Campos, matriculou sua filha, Gabriela, aos 9 anos no Projeto Guri local, seguindo a orientação de sua terapeuta. Segundo Elaine, ela foi diagnosticada com TDAH, epilepsia e déficits de aprendizado.  Após um ano de aulas de piano, a menina apresentou melhorias significativas em seu desenvolvimento. “Surpreendentemente, a Gabriela recebeu alta da terapeuta e os resultados dos exames dela foram muito satisfatórios. Deu para notar que a prática musical a ajudou a desenvolver uma concentração maior e a melhorar sua autoestima. Hoje, ela se sente mais segura, mais confiante e até socializa melhor.  Mesmo a média escolar dela melhorou”. De acordo com a Pesquisa de Avaliação de Impacto, encomendada à Ipsos Public Affairs pela Associação Amigos do Projeto Guri de 2011 a 2013, as atividades musicais incentivam e impactam de forma positiva o comportamento dos alunos. Os familiares que responderam à entrevista avaliaram o comportamento de seus filhos comparando antes e depois do início da prática musical no programa. Mais de 60% notaram um aumento da disciplina e organização das crianças. Já no quesito relação com os amigos e família, 80% declararam que sentiram seus filhos mais sociáveis e abertos para compartilhar momentos em família. Segundo a Diretora Educacional do Guri, a música possibilita muitas coisas. “Esses dados confirmam que a prática musical, principalmente quando realizada coletivamente, pode promover a desenvoltura, além de possibilitar novas formas de pensar e ver o mundo, de ter uma visão crítica e reflexiva de si mesmo e dos outros e trabalhar questões de solidariedade, formando, assim, pessoas mais tolerantes”, comenta a Diretora Educacional, finaliza Claudia Freixedas. Ainda segundo a Diretora Educacional, além dos benefícios já citados acima, crianças e jovens também podem encontrar na música uma outra linguagem para se expressar, desenvolvendo a acuidade auditiva, a escuta atenta, a prontidão, o senso imaginativo e criativo. Patrocinadores e apoiadores do Projeto Guri – Amigos do Guri: Instituto CCR por meio da CCR AutoBAn e CCR SPVias, SABESP, SKY, CTG, SEM, Microsoft, Usina Colorado, Caterpillar, Supermercados Tauste, Capuani, Grupo BB e Mapfre, Pinheiro Neto, WestRock, VALGROUP, Banco Votorantim, Mercedes Benz, Catho, Hasbro, Cipatex, PPE Fios, Grupo Maringá, Raízen, Castelo Alimentos, Arteris e Cremer.
Da Redação: Rafael Barbosa In,
A importância do ensino das artes

A importância do ensino das artes

As artes têm um papel muito importante na formação integral do aluno, já que são capazes de transformar o estudante por meio da magia, da fantasia, da descoberta e da aventura, possibilitando o desenvolvimento da sensibilidade e da criatividade desde os primeiros anos de vida da criança.

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De acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), as aulas de artes devem contemplar atividades que envolvam as quatro linguagens existentes, são elas: a música, o teatro, a dança e as artes visuais.

No entanto, apesar da recomendação dos PCNs, as instituições de ensino tinham o dever de incluir somente aulas de música ao espaço destinado as artes. Mas, com a recente sanção do Governo Federal –  lei n° 13.278/16 -, as escolas públicas e privadas têm a partir de agora cinco anos para incorporar aulas de teatro, artes visuais e dança ao currículo do ensino básico brasileiro, contemplando a Educação Infantil e os Ensinos Fundamental e Médio.

Diante da importância do aprendizado artístico, que contribui diretamente para o desenvolvimento integral dos alunos, listamos, a seguir, os principais ganhos em incluir a música, o teatro, a dança e as artes visuais no currículo escolar. Confira!

Potencializando a criatividade

O pensamento, a imaginação, a percepção e a sensibilidade de uma criança devem ser trabalhados de forma integrada, favorecendo o desenvolvimento das suas capacidades criativas, de acordo com a  faixa etária.

Ao trabalhar com as arte visuais, é importante envolver o aluno em um contexto social para que ele organize as ideias, invente, crie e construa a linguagem da arte por meio das várias leituras do mundo. Para tanto, é fundamental que o professor compreenda como se dá o processo de criação de cada faixa etária, para que possa propiciar aos alunos a oportunidade de crescer por meio de suas experiências artísticas.

Para estimular o estudante a usar a sua criatividade nas produções, é importante oferecer a ele uma ampla variedade de materiais e ensinar pequenas técnicas, por exemplo, a de misturar as cores. O objetivo não é a formação de artistas profissionais, mas sim de alunos que se enxerguem como construtores e participantes da sua própria aprendizagem de forma criativa.

Parceria no processo de alfabetização

As artes também têm um papel importante durante o processo de alfabetização, principalmente o desenho, presente no cotidiano das crianças desde os primeiros anos de vida. De acordo com a neurocientista e antropóloga, Elvira Souza Lima, em entrevista para o portal Educar para Crescer, a escrita nada mais é do que desenhar letras e juntá-las em palavras para criar significados. “Uma criança que desenha por 15 minutos todos os dias chega às letras naturalmente, já que o movimento para fazer uma letra de mão (letra cursiva) ou de forma (letra bastão) vem do desenho”, afirma a especialista.

Elvira comenta, ainda, que uma criança que desenha bastante pode evitar dificuldades com a caligrafia quando estiver aprendendo a escrever e indica que tanto a escrita quanto o desenho são atividades que podem continuar lado a lado durante o processo de alfabetização do aluno.

Dança, música e teatro: desenvolvendo o corpo e a mente!

Música: Obrigatória dentro da grade de artes em todas as instituições de ensino desde 2012, a música atua como um estímulo no período de escolarização da criança, pois ajuda na apropriação da linguagem, na concentração, no aprendizado da matemática e no desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras e sociais.

Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM), em entrevista ao portal Educar para Crescer, explica que “a música contribui para a formação integral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação e auxilia no desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos.”

Dança: Já presente na grade de muitas escolas e também oferecida como atividade extracurricular, a dança é uma das formas mais divertidas e efetivas de ensinar aos alunos, na prática, todo o potencial de expressão do corpo humano. A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Atte Mabel Bottell, enfatizou em reportagem realizada pela Revista Escola, que a dança é um ótimo recurso para desenvolver uma linguagem diferente da fala e da escrita, aumentar a sociabilidade do grupo e quebrar a timidez dos alunos.

Teatro: A linguagem teatral também tem uma atuação importante na formação integral do aluno, pois ajuda a minimizar a timidez, estimula a criatividade e a memorização, aprimora o trabalho em equipe e a habilidade do improviso, além de despertar o interesse da criança e do jovem por textos e autores variados.

Artes Visuais: Quando se pensa em Artes Visuais, logo vem à mente desenhos, pinturas, esculturas, tinta entre outros milhares de recursos capazes de representar o mundo real ou o imaginário. Tudo muito importante para o desenvolvimento sensorial e psicomotor das crianças e jovens. No entanto, elas estão além do papel. O campo de atuação nas Artes Visuais é amplo. O teatro, o cinema, a música, a fotografia, a moda ou arquitetura, por exemplo, também as representam.

In,

Quem nasceu primeiro?…

Quem nasceu primeiro?…

No INCCAS – Escola de Arte,

…Foi o Ovo!

Estão a nascer e a se multiplicar como uma corrente do bem… Pelas mãos das crianças fascinadas, comprometidas, desenvolvendo o seu lado criativo. Cores vibrantes e traços rudimentares, expressam a criatividade e alegria de quem diz: “Este é o meu”: o Ovo que vai dar que falar… Estamos avisando!
Um ideia que vai abraçar [todo] o mundo…
Aqui, você já sabe: foi o Ovo que veio primeiro! E o que vem depois? Você nem imagina…
O protagonista desta bonita história – o Ovo, tem uma simbologia muito especial na visão conceitual do idealizador deste projeto, o pintor Caio Santos. Este Evento teve lugar no do passado dia 13, mas o seu filho também vai ter oportunidade de criar o dele. Até você! Inscreva-o e inscreva-se numa das sessões na Escola de Arte e fique atento ás novidades que vêm por aí, a respeito desta iniciativa. NOTA: em breve estaremos anunciando todas as informações a respeito desta ideia e divulgando as datas de novos evento no INCCAS – Escola de Arte. Fique por perto impotenzastop.it!!
Imagens Institucionais

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Workshops e Eventos no INCCAS

Workshops e Eventos no INCCAS

A Escola de Arte – INCCAS, promove regularmente Cursos e Workshops em diferentes áreas. Fique atento à programação!

Também pode propor, você mesmo, um evento para realizarmos no INCCAS. Para isso basta entrar em contato e enviar a sua sugestão.

Como pode ver, não desistimos de encontrar formas para colocar Arte na sua Vida. Acreditamos, que de uma maneira, ou de outra, em breve, você vai engrandecer o nosso trabalho, brindando-nos com a sua presença, ideias, propostas, projetos, criatividade. Pode ser agora?!…

Alfagrafia – Cultura dos primeiros símbolos gráficos.

Alfagrafia – Cultura dos primeiros símbolos gráficos.

Alfagrafia… constroi o mundo!

O que é Alfagrafia?

Metodologia que propõe a leitura das imagens e a sua representação a partir dos símbolos alfagráficos, possibilitando o aprendizado do desenho através de uma didática simples e objetiva. Mais simples que o Alfabeto com 26 letras, que a matemática com 10 numerais e 4 operações, e semelhante a música com 7 notas musicais, o “Alfágrafo” ou “Alfagráfico” é composto por 7  símbolos visuais ou elementos gráficos universalmente conhecidos e fáceis de memorizar.

 O método que consiste basicamente em orientar o aluno a identificar esses símbolos na imagem, dimensionar e construir um traço após outro de modo científico, sem se deixar iludir pela imagem.

Os primeiros rudimentos da cultura humana estão cravados nas rochas de Altamira e outras, símbolos visuais conhecidos como desenho ou pintura rupestres. Esses símbolos com o passar do tempo, tornaram-se mais abstratos e em constante evolução num determinado momento tornaram-se letras, dando assim origem a escrita, que organizou-se a partir da criação do alfabeto. Conclui-se então que o ser humano antes de conceber a escrita, por mais de 27 000 anos desenhou e nessa transição que chamaremos de “Alfagrafia”, a linguagem do desenho se perdeu.

lança pré-histórica

Na falta de uma literatura básica estruturada o aprendizado do desenhar se sustentou e ainda se sustenta no frágil suporte denominado “dom” ou “talento”.

Diversos métodos, caminhos e até programas de computador, são criados quase que diariamente para auxiliar no ensino do desenho, porém, nenhum deles preenche essa lacuna que se refere aos primeiros degraus do desenho, e possibilita a qualquer pessoa se enveredar por esse universo, sem a frustração do fracassar nas primeiras tentativas que ocasionam a desistência de muitos.

Todos nós temos que aprender a ler e escrever, sem necessariamente nos tornarmos escritores, também temos que aprender matemática, sem nos tornarmos matemáticos, pois essas ferramentas nos possibilitam inclusão social e nos preparam para a vida e campo de trabalho.

O desenhar não é apenas uma habilidade para a formação de artistas, deve ser somado a escrita e a matemática, formando um tripé de sustentação, que ampara o homem expandindo e estabelecendo novos horizontes que, por consequência, atuam auxiliando no desenvolvimento das faculdades mentais básicas.

O Desenho é sim uma das principais ferramentas de trabalho e comunicação, cada vez mais exigida num universo onde, edificações, automóveis, mobiliário, material gráfico, etc, são concebidos a partir de um projeto gráfico. Com o advento da computação, “erroneamente” calculou-se que os softwares iriam suprir as necessidades nas áreas do desenho, porém, com o passar dos anos, mais do que utilizado em tempos antigos, o mercado carece de profissionais capazes, existe uma busca de desenhistas com experiência, habilidade e percepção visual bem apurada, conhecimento real básico para poder operar de maneira adequada esses softwares.

A formação de um desenhista se dá ao longo da vida. O treinamento do olhar, a percepção visual,o traço,  a gestalt, domínio do espaço, da forma, conteúdo, tonalização e proporção, são conceitos que requerem tempo de aprendizado prático e precisam ser desenvolvidos desde o ensino fundamental.

A “Alfagrafia” é simulação por suposição que levou o homem a desenhar o alfabeto e caracteres de todos os idiomas. O termo “Alfagrafia” tem como objetivo gerar fixação do conceito por ser um paralelo com “Alfabetização”.

A importância de estimular o desenho na criança

A importância de estimular o desenho na criança

O desenho tem papel fundamental na formação do conhecimento e requer grande consideração no sentido de valorizar desde o início da vida da criança, considerando a bagagem que trás de casa, assim como seu próprio dia-a-dia.

O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.

A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros catalunyafarm.com.

É de ressaltar que o professor deve oferecer para seu aluno a maior diversificação possível de materiais, fornecendo suportes, técnicas, bem como desafios que venham favorecer o crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos.

Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhe foram oferecidas tais condições.
A importância de valorizar o desenho desde o início da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.

Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.

Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno, seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.

Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia