Musicalização Infantil, importante ou fundamental?

Musicalização Infantil, importante ou fundamental?

Veja e aproveite uma oportunidade muito especial no final do post.
O que devo fazer?
Objetivamente, defendemos e acreditamos que deve responsabilize-se já e ativamente, no saudável desenvolvimento e crescimento dos seus filhos. Inscreva-os numa escola de arte, mesmo que eles ofereçam resistência num primeiro momento. Um bom profissional terá a capacidade de inverter essa rejeição e desmistificar preconceitos instituídos resultantes de uma atividade que tem vindo a ser ignorada e desprezada. Os seus filhos vão agradecer e você vai orgulhar-se da fundamental decisão que tomou, além de testemunhar as diferenças de comportamento, realizações e escolhas que acompanharão os seus filhos para toda a vida!
Um saber que já não é novo
Vem de há muito, a consciência que temos da importância da musicalização e da vivência musical em geral, na formação e desenvolvimento do ser humano. Neste afresco encontrado num templo Egípcio, observamos uma intensa atividade musical, com a utilização de vários instrumentos, proporcionando já diversas sonoridades, melódicas e harmônicas. Note-se, na cena, o envolvimento de crianças e jovens. Esta atividade está historicamente datada entre o sexto e o quarto milênio antes de Cristo, ou seja há mais de 6000 anos.
A importância, é consensual e já vem de há muito tempo atrás
Bem mais tarde, mas no distante século XI, com o desabrochar das primeiras Universidades, a música foi introduzida nas cátedras, como eram chamadas as disciplinas, ou cadeiras ministradas por um professor catedrático. As primeiras cátedras: Trivium (constituído por lógica, gramática e retórica) e Quadrivium (por aritmética, música e geometria), refletem a importância dada à música. É interessante observar que já nessa época, se tinha a noção de que o intelecto é aperfeiçoado pelas então chamadas cinco virtudes intelectuais, duas práticas e três teóricas, sendo elas: compreensão, ciência, sabedoria, prudência e arte.
De importante, a fundamental
O que muitas pessoas hoje desconhecem, é que essa importância, que como vimos, é indiscutivelmente reconhecida e lá bem de trás, tomou na atualidade o caráter de: fundamental.
Porquê?
As razões que justificam este acréscimo na importância da música e das artes no geral, na nossa formação e desenvolvimento nos dias atuais, justifica-se pela tendência da gradativa inversão no ritmo e dimensão do desenvolvimento intelectual, psíquico e motor, grosso modo proporcionada pelo advento da(s) tecnologia(s). Paradoxalmente, vivemos hoje a embaraçosa realidade de saber que o homem sapien sapiens, era mais inteligente do que nós. Os desafios, dificuldades, perigos, inseguranças, desconforto e desconhecimento do passado, despertavam para uma mais acentuada necessidade de atividade cerebral com especificidades que hoje não fazem mais sentido e onde imperava um diferente espírito de curiosidade e necessidades, nesses nossos antepassados, que desse modo recebiam uma acrescida motivação e propensão biológica para um cérebro mais ativo, inconformado e questionador. Por outro lado, os benefícios da tecnologia ao serviço da praticidade e comodidade de múltiplos aspectos relacionados com o nosso dia a dia, trouxeram também a recente descoberta do quanto isso está a traduzir-se num “desaceleramento” das necessidades de desenvolvimento e crescimento do cérebro em termos intelectuais.
Novas dificuldades e fragilidades
Se é bem verdade que a segurança, conforto, diversidade e quantidade de conhecimentos dos nossos jovens, é incomensuravelmente maior que a dos nossos antepassados, também não é menos verdade que, os nossos filhos, hoje, são, grosso modo, menos resilientes, autônomos, insistentes, dedicados, curiosos e seguros. Essa inversão de tendências está a contribuir para o desenvolvimento de um cérebro adaptado a essas novas realidades. Um cérebro que não precisa crescer mais, (como previam os cientistas há algumas décadas atrás), para atender ás necessidades do mundo atual.
O nosso cérebro tem a tendência de se adaptar para responder ás necessidades do mundo em que vivemos
Não faz muito tempo que cientistas descobriram uma espécie de molusco que, após uma emprendedora caminhada até encontrar numa rocha, um lugar seguro para se alimentar e nela grudar definitivamente para o resto da vida, acaba perdendo o cérebro. Na verdade, se o que agora passa a precisar fazer, está circunscrito à atividade metabologica que é assegurada pelos outros orgãos, o animal, assim que atinge esse que é o seu proposito de vida, naturalmente descarta o seu cérebro, já que ele não lhe é útil e ou, necessário. Assim acontece com as nossas funções cerebrais, biologicas, ou psicomotoras. Se não nos exercitamos em determinadas funções, perdemos a capacidade de as vir a usar, pelo menos na plenitude desejável.
Imagem meramente ilustrativa de um molusco sem cérebro
E o que isso tem a ver com a música e a arte em geral?
Não é previsível que, estas descobertas, mesmo que se tornem amplamente difundidas, tenham a capacidade de alertar os pais de hoje, ao ponto de inverter o rumo natural das coisas. Vamos aceitando e aprendendo a lidar com o que a vida e o mundo nos vai oferecendo, com o novo e tudo o que nele existe de incontornável, como a evolução tecnológica e tudo e que daí resulta. Apesar de nos ser oferecida a possibilidade de fazermos as nossas escolhas, em função do que desejamos e acreditamos, não se adivinha algum tipo de revolução do tipo “neo-renascentista”, de cunho mais humanista, com preocupações em resgatar “ingredientes” de uma outra essência que outrora nos caracterizou e que leve, por exemplo, um pai a deixar de oferecer um smartphone ao seu jfilho de 8 anos, só para que ele tenha outras oportunidades mais adequadas de estimular e desenvolvimento adequado do seu cérebro, ou que, com com essa idade e pelos mesmos motivos, o faça ir para a escola pelos seus próprios meios, como era usual e aconteceu comigo no meu tempo de ensino fundamental (muito menos com o agito, a criminalidade e a sinistralidade de uma cidade como a nossa), ou ainda, que o sujeite aos severos e ultrapassados “incentivos” cerebrais vividos pelos nossos antepassados, na necessidade de resolver as solicitações do seu tempo.
E é por isso que o a vivência artística, se apresenta hoje, não mais como importante, interessante, ou aconselhável (como sempre foi), mas agora como: fundamental! Se queremos proporcionar ás nossas crianças a possibilidade de desenvolvimento dos seus cérebros, nos mais amplos, abrangentes e recônditos aspectos, em direção à exploração das suas ilimitadas capacidades, precisamos propiciar, além de tudo o que hoje dispomos e ao que o ensino tradicional instituído precariamente atende, uma atividade artística, que nos mais jovens pode e deve ser a musicalização infantil. Isso se queremos atenuar as crescentes dificuldades e fragilidades que neles passámos a identificar, talvez sem que disso tenhamos dado conta, fruto da modernidade, contraditoriamente, num mundo onde nunca tivemos tanta comodidade, conhecimento, longevidade, proteção e segurança. A Musicalização, ou outra atividade artística que complemente a educação e o crescimento dos nossos filhos, vai fazer toda a diferença no combate a essas recém chegadas dificuldades, ás quais tivemos de inventar novas expressões que se instituíram: bullying, hiperatividade, desmotivação generalizada, baixa resiliência, problemas no sistema respiratório, déficit de atenção, dificuldade de memorização, etc, etc, etc…
Qual a melhor idade para iniciar o meu filho na musicalização?
Se quisermos ser precisos, o processo de musicalização deve começar ainda no útero. Estão comprovados os efeitos benéficos da música no bem estar do bebê, em todo o período de gravidez. Recentemente isso foi confirmado e complementado por um estudo finlandês publicado na última quarta-feira na revista PLOS ONE, que identificou também a vantagem da música durante a gravidez, para o aprendizado da linguagem da criança no futuro.
Isso significa que em qualquer idade é altamente recomendavel a prática e vivência artística. E hoje temos a posibilidade de adaptar essas práticas a qualquer estadio da vida das crianças, dos jovens até mesmo dos adultos. Mas no que se refere à musicalização infantil e considerando os conhecimentos que temos hoje do funcionamento e necessidades do cérebro da criança e do processo de seu desenvolvimento em termos gerais, a idade aconselhada para uma prática regular é a partir dos 2 anos de idade.
Isso significa que em qualquer idade é altamente recomendavel a prática e vivência artística. E hoje temos a posibilidade de adaptar essas práticas a qualqer estadio da vida das crianças, dos jovens até mesmo dos adultos. Mas no que se refere à musicalização infantil e considerando os conhecimentos que temos hoje do funcionamento e necessidades do cérebro da criança e do processo de seu desenvolvimento em termos gerais, a idade aconselhada para uma prática regular é já a partir dos 3 anos de idade (se não antes).
É disso exemplo a aula experimental gratuita, que vai ter lugar nas instalações do INCCAS, já no próximo dia 17 de Fevereiro. (Mais informações, no final desta página)
 
 
Pesquisador em comportamento e desenvolvimento humano. Diretor Geral do INCCAS – Escola de Arte
Super oportunidade!!
Aula experimental de Musicalização Infantil
Faça agora a inscrição do(s) seu(s) filho(s) para a aula experimental grátis de musicalização infantil que vai acontecer no INCCAS – Escola de Arte, no proximo dia 17 de Fevereiro das 9h00 ás 9h50.

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Como a música pode influenciar no desenvolvimento de uma criança?

Como a música pode influenciar no desenvolvimento de uma criança?

Foto: divulgação

A música faz o cérebro evoluir de modo único. A constatação é da neuropsicóloga Catherine Loveday, da Universidade de Westminster. Mas vem reiterar aquilo que educadores e famílias já sentem na prática: o ensino musical contribui para o desenvolvimento infantil em diversos aspectos.

De acordo com a pesquisadora, ao afetar as emoções, a música é capaz de estimular profundamente o cérebro, como nenhuma outra forma de manifestação artística. “Trata-se de um forte estímulo cognitivo e há fortes evidências de que a prática musical melhore a memória e a linguagem”.

O cientista do Instituto canadense Rotman, Sylvain Moreno, liderou uma pesquisa que avaliou o efeito da prática musical no desenvolvimento do cérebro de crianças de oito anos. Elas receberam aulas gratuitas de música por um período de seis meses e foram avaliadas antes e depois. Os testes mediram habilidades cognitivas, auditivas e de leitura. Na avaliação final, as crianças demonstraram melhora nas habilidades de leitura e eram mais capazes de conectar palavras escritas com seus sons falados – um componente crítico da alfabetização. Além disso, foram identificadas mudanças de entonação ou emoção durante uma conversa. Os pesquisadores também monitoraram as ondas cerebrais das crianças usando técnicas de neuroimagem, o que comprovou um aumento da atividade em regiões associadas com escuta cuidadosa, fala e música.

“Desde o útero da mãe, as crianças respondem a estímulos musicais”, aponta Claudia Freixedas, Diretora Educacional da Amigos do Guri, gestora do Projeto Guri no litoral e interior de São Paulo. Maior projeto sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri proporciona educação musical gratuita a crianças e jovens entre 6 e 18 anos. De acordo com Claudia, “a partir da 21ª semana de gravidez, os bebês já podem perceber estímulos sonoros, como sons internos do corpo da mulher, batimento cardíaco, respiração e a voz da mãe. Nos primeiros meses de vida, o bebê já demonstra interesse pelos sons ao seu redor e se assusta facilmente com ruídos altos. Entre os 4 e 6 meses de vida, já começa a tentar identificar de onde vem o som e qual a fonte sonora, demonstrando grande sensibilidade auditiva. Por isso, destacamos a importância da valorização do estímulo musical a crianças desde os primeiros anos”, afirma a diretora educacional.

Elaine Rodrigues, de São José dos Campos, matriculou sua filha, Gabriela, aos 9 anos no Projeto Guri local, seguindo a orientação de sua terapeuta. Segundo Elaine, ela foi diagnosticada com TDAH, epilepsia e déficits de aprendizado.  Após um ano de aulas de piano, a menina apresentou melhorias significativas em seu desenvolvimento. “Surpreendentemente, a Gabriela recebeu alta da terapeuta e os resultados dos exames dela foram muito satisfatórios. Deu para notar que a prática musical a ajudou a desenvolver uma concentração maior e a melhorar sua autoestima. Hoje, ela se sente mais segura, mais confiante e até socializa melhor.  Mesmo a média escolar dela melhorou”.

De acordo com a Pesquisa de Avaliação de Impacto, encomendada à Ipsos Public Affairs pela Associação Amigos do Projeto Guri de 2011 a 2013, as atividades musicais incentivam e impactam de forma positiva o comportamento dos alunos. Os familiares que responderam à entrevista avaliaram o comportamento de seus filhos comparando antes e depois do início da prática musical no programa. Mais de 60% notaram um aumento da disciplina e organização das crianças. Já no quesito relação com os amigos e família, 80% declararam que sentiram seus filhos mais sociáveis e abertos para compartilhar momentos em família.

Segundo a Diretora Educacional do Guri, a música possibilita muitas coisas. “Esses dados confirmam que a prática musical, principalmente quando realizada coletivamente, pode promover a desenvoltura, além de possibilitar novas formas de pensar e ver o mundo, de ter uma visão crítica e reflexiva de si mesmo e dos outros e trabalhar questões de solidariedade, formando, assim, pessoas mais tolerantes”, comenta a Diretora Educacional, finaliza Claudia Freixedas.

Ainda segundo a Diretora Educacional, além dos benefícios já citados acima, crianças e jovens também podem encontrar na música uma outra linguagem para se expressar, desenvolvendo a acuidade auditiva, a escuta atenta, a prontidão, o senso imaginativo e criativo.

Patrocinadores e apoiadores do Projeto Guri – Amigos do Guri: Instituto CCR por meio da CCR AutoBAn e CCR SPVias, SABESP, SKY, CTG, SEM, Microsoft, Usina Colorado, Caterpillar, Supermercados Tauste, Capuani, Grupo BB e Mapfre, Pinheiro Neto, WestRock, VALGROUP, Banco Votorantim, Mercedes Benz, Catho, Hasbro, Cipatex, PPE Fios, Grupo Maringá, Raízen, Castelo Alimentos, Arteris e Cremer.

Da Redação: Rafael Barbosa

In,

A importância do ensino das artes

A importância do ensino das artes

As artes têm um papel muito importante na formação integral do aluno, já que são capazes de transformar o estudante por meio da magia, da fantasia, da descoberta e da aventura, possibilitando o desenvolvimento da sensibilidade e da criatividade desde os primeiros anos de vida da criança.

Ponha o seu filho em contato com a Arte

Escolha agora uma atividade artística para o seu filho. Faça a matrícula no INCCAS – Escola de arte

De acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), as aulas de artes devem contemplar atividades que envolvam as quatro linguagens existentes, são elas: a música, o teatro, a dança e as artes visuais.

No entanto, apesar da recomendação dos PCNs, as instituições de ensino tinham o dever de incluir somente aulas de música ao espaço destinado as artes. Mas, com a recente sanção do Governo Federal –  lei n° 13.278/16 -, as escolas públicas e privadas têm a partir de agora cinco anos para incorporar aulas de teatro, artes visuais e dança ao currículo do ensino básico brasileiro, contemplando a Educação Infantil e os Ensinos Fundamental e Médio.

Diante da importância do aprendizado artístico, que contribui diretamente para o desenvolvimento integral dos alunos, listamos, a seguir, os principais ganhos em incluir a música, o teatro, a dança e as artes visuais no currículo escolar. Confira!

Potencializando a criatividade

O pensamento, a imaginação, a percepção e a sensibilidade de uma criança devem ser trabalhados de forma integrada, favorecendo o desenvolvimento das suas capacidades criativas, de acordo com a  faixa etária.

Ao trabalhar com as arte visuais, é importante envolver o aluno em um contexto social para que ele organize as ideias, invente, crie e construa a linguagem da arte por meio das várias leituras do mundo. Para tanto, é fundamental que o professor compreenda como se dá o processo de criação de cada faixa etária, para que possa propiciar aos alunos a oportunidade de crescer por meio de suas experiências artísticas.

Para estimular o estudante a usar a sua criatividade nas produções, é importante oferecer a ele uma ampla variedade de materiais e ensinar pequenas técnicas, por exemplo, a de misturar as cores. O objetivo não é a formação de artistas profissionais, mas sim de alunos que se enxerguem como construtores e participantes da sua própria aprendizagem de forma criativa.

Parceria no processo de alfabetização

As artes também têm um papel importante durante o processo de alfabetização, principalmente o desenho, presente no cotidiano das crianças desde os primeiros anos de vida. De acordo com a neurocientista e antropóloga, Elvira Souza Lima, em entrevista para o portal Educar para Crescer, a escrita nada mais é do que desenhar letras e juntá-las em palavras para criar significados. “Uma criança que desenha por 15 minutos todos os dias chega às letras naturalmente, já que o movimento para fazer uma letra de mão (letra cursiva) ou de forma (letra bastão) vem do desenho”, afirma a especialista.

Elvira comenta, ainda, que uma criança que desenha bastante pode evitar dificuldades com a caligrafia quando estiver aprendendo a escrever e indica que tanto a escrita quanto o desenho são atividades que podem continuar lado a lado durante o processo de alfabetização do aluno.

Dança, música e teatro: desenvolvendo o corpo e a mente!

Música: Obrigatória dentro da grade de artes em todas as instituições de ensino desde 2012, a música atua como um estímulo no período de escolarização da criança, pois ajuda na apropriação da linguagem, na concentração, no aprendizado da matemática e no desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras e sociais.

Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM), em entrevista ao portal Educar para Crescer, explica que “a música contribui para a formação integral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação e auxilia no desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos.”

Dança: Já presente na grade de muitas escolas e também oferecida como atividade extracurricular, a dança é uma das formas mais divertidas e efetivas de ensinar aos alunos, na prática, todo o potencial de expressão do corpo humano. A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Atte Mabel Bottell, enfatizou em reportagem realizada pela Revista Escola, que a dança é um ótimo recurso para desenvolver uma linguagem diferente da fala e da escrita, aumentar a sociabilidade do grupo e quebrar a timidez dos alunos.

Teatro: A linguagem teatral também tem uma atuação importante na formação integral do aluno, pois ajuda a minimizar a timidez, estimula a criatividade e a memorização, aprimora o trabalho em equipe e a habilidade do improviso, além de despertar o interesse da criança e do jovem por textos e autores variados.

Artes Visuais: Quando se pensa em Artes Visuais, logo vem à mente desenhos, pinturas, esculturas, tinta entre outros milhares de recursos capazes de representar o mundo real ou o imaginário. Tudo muito importante para o desenvolvimento sensorial e psicomotor das crianças e jovens. No entanto, elas estão além do papel. O campo de atuação nas Artes Visuais é amplo. O teatro, o cinema, a música, a fotografia, a moda ou arquitetura, por exemplo, também as representam.

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Quem nasceu primeiro?…

Quem nasceu primeiro?…

No INCCAS – Escola de Arte,

…Foi o Ovo!

Estão a nascer e a se multiplicar como uma corrente do bem… Pelas mãos das crianças fascinadas, comprometidas, desenvolvendo o seu lado criativo. Cores vibrantes e traços rudimentares, expressam a criatividade e alegria de quem diz: “Este é o meu”: o Ovo que vai dar que falar… Estamos avisando!

Um ideia que vai abraçar [todo] o mundo…

Aqui, você já sabe: foi o Ovo que veio primeiro! E o que vem depois? Você nem imagina…

O protagonista desta bonita história – o Ovo, tem uma simbologia muito especial na visão conceitual do idealizador deste projeto, o pintor Caio Santos.

Este Evento teve lugar no do passado dia 13, mas o seu filho também vai ter oportunidade de criar o dele. Até você! Inscreva-o e inscreva-se numa das sessões na Escola de Arte e fique atento ás novidades que vêm por aí, a respeito desta iniciativa.

NOTA: em breve estaremos anunciando todas as informações a respeito desta ideia e divulgando as datas de novos evento no INCCAS – Escola de Arte. Fique por perto!!

Imagens Institucionais

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Conheça as nossas campanhas de marketing institucional. Comente, Curta e Compartilhe aquelas que mais gostar. Descubra e faça chegar as mensagens sublimares que cada uma delas contem (clique nas imagens para ampliar).

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Workshops e Eventos no INCCAS

Workshops e Eventos no INCCAS

A Escola de Arte – INCCAS, promove regularmente Cursos e Workshops em diferentes áreas. Fique atento à programação!

Também pode propor, você mesmo, um evento para reailzarmos no INCCAS. Para isso basta preencher este formulário que criamos para o efeito.

Como pode ver, não desistimos de encontrar formas para colocar Arte na sua Vida. Acreditamos, que de uma maneira, ou de outra, em breve, você vai engrandecer o nosso trabalho, brindando-nos com a sua presença, ideias, propostas, projetos, criatividade. Pode ser agora?… Entre em contato!

Consultoria e Agenciamento Artístico

Conheça também o nosso programa de Consultoria e Agenciamento Artístico. Foi criado a pensar na revelação  de jovens artistas (e menos jovens) e no auxílio ao trabalho daqueles que já estão caminhando pelas estradas e pelo palcos.

A Importância da Arte para os Jovens

A Importância da Arte para os Jovens

Somos todos Artistas?

A Arte pode ser apreciada por todos. Mas nem todos podem compreendê-la sem abrir a mente e especialmente o coração para receber toda a sua grandeza.

 

Dedicar-se a atividade artística seja na música, artes plásticas, arte digital, teatro, dança, escrita, e afins aumenta a autoestima, torna a mente mais independente e ajuda o jovem a se descobrir e a entender melhor o mundo a sua volta tornando-o mais crítico.

A arte em si exige organização, dedicação, autoconhecimento, imaginação, paciência, persistência, percepção, sensibilidade e muitas outras qualidades que o artista acaba por desenvolver e solidificar.
Além disso, o jovem vive um momento de descobrimento e experiências que muitas vezes pode refletir negativamente em suas atitudes cotidianas, a arte é como uma fonte de escape para todos os sentimentos negativos, que nessas situações são o melhor remédio.
Dedicar-se a atividade artística seja na música, artes plásticas, arte digital, teatro, dança, escrita, e afins aumenta a autoestima, torna a mente mais independente e ajuda o jovem a se descobrir e a entender melhor o mundo a sua volta tornando-o mais crítico.
Longe de está ser a única razão da importância da arte na vida do jovem, acima de tudo, além do autoconhecimento e expressão dos sentimentos negativos, ela é a expressão de tudo o que este jovem representa para si mesmo. Não são poucas as crianças e adolescentes que desde seu primeiro contato com obras artísticas nunca mais as abandona e as toma para si e seguem carreira. E algo que muitas vezes os pais não percebem é a dificuldade de convívio social que muitos jovens apresentam, outros a falta de diálogo e atenção dos que o cercam e mais uma vez a arte aqui tem um papel imprescindível. O de algum modo, captar a atenção e os esforços e energia da pessoa e consumi-la consigo próprio na busca de um entendimento pessoal de si e do mundo que é negado ou desvalorizado em sociedade.

 “Cada um de nós, combinando percepção, imaginação, repertório cultural e histórico, lê o mundo e o representa à sua maneira, sob o seu ponto de vista, utilizando formas, cores, sons, movimentos, ritmo, cenário…” MARTINS, M.  Nunca proíba uma pessoa de se expressar artisticamente, não importa o quão sem futuro você ache que ela ficará.

Apenas a arte oferece sentido, significado e emoção à vida em sociedade. Arte pura, não submetida a indústria, produzida apenas pelo prazer, pela crítica à questões da sociedade e expressões pessoais e da técnica artística de alta qualidade em conjunto com a arte que podemos chamar de arte industrial, que se refere a produções feitas para grandes massas, adaptações cinematográficas, exposições em grandes e conhecidos museus e espaços culturais, livros de fácil compreensão, shows, festivais e diversos tipos de iniciativas artísticas.
 
A vida se torna sem razão por ser sempre aquela rotina de trabalho e responsabilidades e TV. Faz parte da humanidade buscar uma experiência na arte que acrescente algo de novo e maior.

Enfim, o artista vê e cria, a arte não é só lazer, a arte humaniza, a arte é apreciar, a arte é criar identidade, é se expressar, sentir…

Divulgue essa ideia!

Mayara Fernandes

SP | 1994 | escorpio | art | longhair | photographer | METALHEAD | Pottermore | Producer | CRIAÇÃO | Belas Artes Insta @empixel ← Facebook: Em Pixel www.empixel.com.br

 

10 motivos para seu filho fazer teatro

10 motivos para seu filho fazer teatro

Na hora de escolher uma atividade extracurricular os pais podem ficar perdidos com tantas alternativas. Veja por que o teatro pode ser uma excelente opção

“As crianças que fazem teatro tem uma coisa especial, uma percepção melhor do mundo”, afirma a psicóloga e professora de Artes Betina Rugna

 

Os cursos de teatro não existem apenas para aquelas crianças desenvoltas e desinibidas. Segundo a psicóloga clínica e educacional e professora de Artes, Betina Rugna, mesmo para os não-aspirantes à profissão de ator, a prática teatral tem sua importância pela “grande contribuição ao desenvolvimento e formação da personalidade da criança.”

O teatro não tem contra-indicação nem pré-requisito. “Além de promover o autoconhecimento e desenvolver a autoconfiança, fazer teatro é um exercício de escuta do próximo”, enumera a coordenadora e orientadora cênica da Casa do Teatro em São Paulo, Luciana Barboza. “Todo mundo deveria fazer teatro pelo menos uma vez na vida!”, convida Betina. “As crianças que fazem teatro tem uma coisa especial, uma percepção melhor do mundo”, completa.

Increva o seu filho no Curso de Teatro do INCCAS

Não à toa o teatro é uma das manifestações artísticas mais antigas do homem: suas origens remontam há mais de 4500 anos, quando ainda estava ligado a práticas rituais e religiosas, como as peças sagradas no Egito Antigo sobre o mito dos deuses Osíris e Isis. Está na nossa essência representar. E começamos desde cedo.

Os pequenos passam a infância toda representando: “No jogo do faz de conta, a criança passa por várias etapas do teatro: é o personagem que ela quer, no cenário que ela escolhe, com o figurino que improvisa ou imagina. Quando faz a história acontecer, ela também está dirigindo a cena”.

Tão notórios são seus benefícios para a formação de crianças e jovens, que o teatro foi reconhecido como importante conteúdo escolar pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, documentos que orientam o trabalho dos professores do Ensino Básico. Inclusive, já se discute a inclusão da disciplina na grade curricular obrigatória das escolas brasileiras.

Enquanto isso, os pais podem procurar cursos de teatro extracurriculares para proporcionar essa rica experiência ao filho. Geralmente, os cursos são compostos por uma série de exercícios e atividades lúdicas e ao final de cada período, o grupo pensa, monta e apresenta uma peça de teatro.

Veja 10 motivos para seu filho fazer teatro:

Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Autoestima

Ser aplaudido é a perfeita situação que traduz o sentimento de bem-estar que envolve os praticantes da arte teatral. E isso se reflete na autoestima da criança, pois ela faz parte de um trabalho que é apreciado pelas pessoas.  A criança fica contente em representar e sentir-se importante: “ela afirma para si mesma que se gosta e tem o seu valor”. Quando é convidada a expor suas próprias ideias para transformá-las em comunicação artística, a garotada também fica mais segura: “eles se sentem potentes e agentes do mundo”.

2. Melhora a timidez

Se o seu filho morre de vergonha de falar na frente de muitas pessoas, como na apresentação de um trabalho escolar, o teatro pode ajudá-lo a aprimorar seu jogo de cintura. Quando estão representando personagens, as crianças conseguem se soltar. “Ao atuar, elas perdem a timidez porque ninguém as está julgando”, explica a psicóloga e professora de Artes Betina Rugna. Os exercícios de aquecimento vocal, como a repetição da frase “paca tatu, cutia não”, melhoram a impostação da voz e garantem confiança na hora de falar em público.

3. Aprimora a habilidade de se relacionar com os outros

Quando se pretende representar alguém, é importantíssimo colocar-se em seu lugar: tentar entender como o personagem pensa e o que sente. Esse simples exercício de imaginação acaba por desenvolver a empatia, habilidade importantíssima para o relacionamento social. Para ter uma ideia, a principal característica dos psicopatas é a falta dessa capacidade. Compreendendo melhor cada um, a criança aprende a tolerar as diferenças e a respeitar o próximo.
Além disso, como a atividade teatral é coletiva, a criança precisa aprender a se relacionar com diversas pessoas, inclusive aquelas de que não gosta muito. Com o tempo, isso “promove a integração, a criança fica mais acessível no convívio com o outro. Pode facilitar inclusive o convívio com os familiares”.

4. Faz com que a criança se conheça melhor

Conhecer o outro nos ajuda a conhecer melhor a nós mesmos, a definir nossa identidade. O teatro também auxilia nessa jornada quando “possibilita a elaboração interna de questões pessoais e coletivas por meio da metáfora, da poesia, do lúdico, do criativo”. Mesmo sem perceber, os alunos expressam suas inquietações por meio do trabalho teatral, esse “descarrego” também os deixa mais tranquilos.

5. Desenvolve a consciência corporal e a coordenação motora

Outra gama de exercícios propostos em um curso de teatro é direcionada para estimular a percepção dos sentidos, como dançar de olhos vendados. Isso faz com que a criança desenvolva melhor coordenação motora, percepção espacial e consciência de seu corpo, além de aumentar sua capacidade de expressão.

6. Ensina a trabalhar em Grupo

Por ser uma atividade coletiva, o teatro também aprimora a convivência em grupo. O sucesso de todos depende do trabalho de cada um. Por isso, é importante aprender a lidar com o colega, saber expor ideias e críticas e principalmente aprender a respeitar a opinião dos outros. Encenar uma peça também exige comprometimento e dedicação. Os ensaios são recorrentes e a criança irá aprender que seu atraso atrapalha o progresso de todo grupo, tornando-se, assim, mais responsável.

7. Desenvolve habilidades cognitivas como a memória e o raciocínio

Como teatro é uma arte multidisciplinar (envolve literatura, artes plásticas, música entre outros), a prática proporciona o desenvolvimento de diversas habilidades. Por exemplo, nas escolhas que envolvem uma montagem teatral, as crianças podem explorar a criatividade montando o cenário, desenhando o figurino, compondo músicas, escrevendo peças… Além disso, é preciso refletir sobre as escolhas na construção do espetáculo e isso também articula a criatividade e o raciocínio para a solução de problemas. Para encenar uma peça é preciso lembrar-se de um monte de coisas: sua fala, sua posição em cena, a ordem de entrada no palco… Para não errar, seu filho vai se esforçar para não esquecer nadinha. O cérebro agradece o exercício e retribuirá com uma memória mais eficiente.

8. Expande o repertório cultural

Quando faz teatro, a criança é convidada a conhecer diversos mundos das artes. O texto dramatúrgico a aproxima da literatura; a sonoplastia e trilha sonora abrem alas para a música; os figurinos trazem a moda para a cena; a construção de cenários dialoga com elementos da arquitetura e artes plásticas. Essas referências expandirão seu horizonte cultural e instigarão sua vontade de conhecer mais.

9. Melhora o desempenho escolar

Os benefícios do teatro também se refletem em sala de aula. A capacidade de concentração e o constante exercício de memorização podem ajudar na hora da prova, enquanto o contato permanente com a literatura melhora o vocabulário, a escrita e interpretação de texto. Com o teatro, a criança desenvolve o espírito investigativo e curioso, necessário para encontrar soluções criativas para os jogos teatrais propostos. “Essa vivência possibilita que a criança perceba sua capacidade em pensar soluções, experimentar caminhos, vivenciar o diverso e aprender com o outro”.

10. Propicia o fazer poético

Todas as habilidades pontuadas anteriormente são consequências da prática teatral, mas o professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais José Simões lembra a importância do próprio fazer teatro, isto é, do contato com estímulos sensíveis, que fazem o imaginário das crianças voarem, recriando mundos e relações por meio do teatro. Para além das habilidades funcionais, uma montagem teatral “deve querer dizer algo para as crianças e seu mundo e, também, dialogar no contexto que vivem”, esclarece Simões. Assim, ela ganha uma autonomia que a estimula para a expressão artística.

Texto Iana Chan

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