Alfagrafia – Cultura dos primeiros símbolos gráficos.

Alfagrafia – Cultura dos primeiros símbolos gráficos.

O que é Alfagrafia?

Metodologia que propõe a leitura das imagens e a sua representação a partir dos símbolos alfagráficos, possibilitando o aprendizado do desenho através de uma didática simples e objetiva. Mais simples que o Alfabeto com 26 letras, que a matemática com 10 numerais e 4 operações, e semelhante a música com 7 notas musicais, o “Alfágrafo” ou “Alfagráfico” é composto por 7  símbolos visuais ou elementos gráficos universalmente conhecidos e fáceis de memorizar.

O método que consiste basicamente em orientar o aluno a identificar esses símbolos na imagem, dimensionar e construir um traço após outro de modo científico, sem se deixar iludir pela imagem.

Um pouco de História

Os primeiros rudimentos da cultura humana estão cravados nas rochas de Altamira e outras, símbolos visuais conhecidos como desenho ou pintura rupestres. Esses símbolos com o passar do tempo, tornaram-se mais abstratos e em constante evolução num determinado momento tornaram-se letras, dando assim origem a escrita, que organizou-se a partir da criação do alfabeto. Conclui-se então que o ser humano antes de conceber a escrita, por mais de 27 000 anos desenhou e nessa transição que chamaremos de “Alfagrafia”, a linguagem do desenho se perdeu.

Na falta de uma literatura básica estruturada o aprendizado do desenhar se sustentou e ainda se sustenta no frágil suporte denominado “dom” ou “talento”.

Diversos métodos, caminhos e até programas de computador, são criados quase que diariamente para auxiliar no ensino do desenho, porém, nenhum deles preenche essa lacuna que se refere aos primeiros degraus do desenho, e possibilita a qualquer pessoa se enveredar por esse universo, sem a frustração do fracassar nas primeiras tentativas que ocasionam a desistência de muitos.

Todos nós temos que aprender a ler e escrever, sem necessariamente nos tornarmos escritores, também temos que aprender matemática, sem nos tornarmos matemáticos, pois essas ferramentas nos possibilitam inclusão social e nos preparam para a vida e campo de trabalho.

O desenhar não é apenas uma habilidade para a formação de artistas, deve ser somado a escrita e a matemática, formando um tripé de sustentação, que ampara o homem expandindo e estabelecendo novos horizontes que, por consequência, atuam auxiliando no desenvolvimento das faculdades mentais básicas.

O Desenho é sim uma das principais ferramentas de trabalho e comunicação, cada vez mais exigida num universo onde, edificações, automóveis, mobiliário, material gráfico, etc, são concebidos a partir de um projeto gráfico. Com o advento da computação, “erroneamente” calculou-se que os softwares iriam suprir as necessidades nas áreas do desenho, porém, com o passar dos anos, mais do que utilizado em tempos antigos, o mercado carece de profissionais capazes, existe uma busca de desenhistas com experiência, habilidade e percepção visual bem apurada, conhecimento real básico para poder operar de maneira adequada esses softwares.

A formação de um desenhista se dá ao longo da vida. O treinamento do olhar, a percepção visual,o traço,  a gestalt, domínio do espaço, da forma, conteúdo, tonalização e proporção, são conceitos que requerem tempo de aprendizado prático e precisam ser desenvolvidos desde o ensino fundamental.

A “Alfagrafia” é simulação por suposição que levou o homem a desenhar o alfabeto e caracteres de todos os idiomas. O termo “Alfagrafia” tem como objetivo gerar fixação do conceito por ser um paralelo com “Alfabetização”.

 

 

Alfagrafia… constroi o mundo!
Conteúdo Programático

 

1 – Leitura do Ponto – Da Reta – do Círculo – da Parábola – da Elipse – da Hipérbole – da Tonalização: Suas características, aplicações e representações

2 – Exercícios: Volume – Poesis – Mimesis:

Esfera – Cilindro – Cubo – Fita

Estudo de Escalas Tonais – Experimentos – Gramaturas diversas lápis

Didática do lápis – Aperfeiçoamento, Habilidade – Desenvoltura – Técnica

3 – Exercícios de Leitura de Imagem, Associação e Representação, observando os aspectos básicos do conjunto: Representações Forma – Conteúdo – Espaço

Exercícios de ações conjuntas: Dimensionamento – Identificação – Interferência

No Espaço – Na Forma – No Conteúdo

DESENHAR É INTERFERIR NO ESPAÇO

Interferência ambidestras :  Mão direita desenha mão esquerda e vise e versa.

Representação metal polido :  Nesse processo o foco é a identificação dos extremos tonais, isolando os espaços brancos, delimitando/contornando, preservando esse, de modo a não ser violado. Em seguida demarcando os espaços de tonalização mais intensa que agora recebe classificação 6B. Feito isso os meio tons ficam evidentes, para uma representação mais acertada, nesse processo a percepção somada a habilidade adquirida capacita o aluno a subir um degrau significativo no processo da real compreensão das representações hiper-realistas.

Representação Vidro/Transparência: nessa etapa o foco inicial deve estar em todo o espaço que envolve o objeto de vidro, que será o último elemento a ser tonalizado, para que se possa representar de maneira mais precisa as distorções da luz, em variações sutis, com isso aguçar a visão para uma representação mais legítima de um corpo polido, como é o vidro, dotado de transparência e reflexo. Por isso sofre influência do espaço com sua variações de luminosidade. Agora representado nas sua minúcias  através da tonalização.

Concluída essa etapa o aluno está apto para iniciação ao retrato a mais complexa representação artística devido a precisão exata no posicionamento dos traços que compõem cada fisionomia, exigindo do aluno máxima atenção e precisão, exigência necessária relacionada agora a um conjunto de ações que tem como objetivo elevar aos mais altos níveis a capacidade de Dimensionamento, Identificação e Interferência no universo das forma fisionômicas.

Acrescentamos agora as ferramentas:

Cálculo Espacial relacional, proporção e simetria, Teoria e Prática, que associados formam o conjunto de conceitos necessários a execução de retratos.

 

A música estimula e protege o cérebro?

Novas evidências biomoleculares sobre a percepção musical

A percepção musical evidencia uma complexa função cognitiva do cérebro humano, uma vez que induz várias alterações neuronais e fisiológicas. Porém, as alterações em nível molecular causadas pelo ato de ouvir música ainda são, em grande parte, desconhecidas, bem como seus determinantes biológicos.

E a música clássica?

Um grupo de estudo da Universidade de Helsinki, na Finlândia, investigou como a música clássica afeta perfis de expressão gênica de participantes musicalmente experientes (possuidores de conhecimentos e qualificações musicais) e inexperientes. Todos os participantes ouviram um concerto para violino de Mozart, cuja duração foi de 20 minutos.

Eles descobriram que ouvir música clássica aumenta a atividade de genes envolvidos na secreção e transporte de dopamina, a função sináptica, a aprendizagem e a memória.

Além disso, segundo a Dr. Irma Järvelä, mentora do estudo, vários dos genes regulados eram conhecidos por serem os responsáveis pela aprendizagem das canções e do canto em pássaros, sugerindo um fundo evolutivo comum de percepção do som entre pássaros e humanos.

Especificamente um dos genes teve sua expressão aumentada, o da sinucleína alfa (SNCA), gene envolvido na doença de Parkinson, e que está localizado em uma região de forte associação com a aptidão musical. A SNCA também é conhecida por estar envolvida na aprendizagem do canto em aves.

percepção musical protege e estimula
Segundo o estudo, a música estimula e protege o cérebro da neurodegeneração.

O resultado

O efeito foi detectável nos participantes musicalmente experientes, o que sugere a importância da familiaridade e experiência mediante os efeitos induzidos pela música clássica.

Além disso, o ato de ouvir música clássica também é capaz de reduzir a expressão de genes associados a neurodegeneração, demonstrando o efeito neuroprotetor da música.

Segundo os estudiosos, os resultados dessa pesquisa proporcionam uma nova informação sobre a origem molecular da percepção musical e a evolução, e abrem portas para novas descobertas sobre mecanismos moleculares subjacentes na musicoterapia.

Fonte: ScienceDaily
Imagem: goo.gl/HXoXBi

A importância de estimular o desenho na criança

O desenho tem papel fundamental na formação do conhecimento e requer grande consideração no sentido de valorizar desde o início da vida da criança, considerando a bagagem que trás de casa, assim como seu próprio dia-a-dia.

O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.

A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros.

É de ressaltar que o professor deve oferecer para seu aluno a maior diversificação possível de materiais, fornecendo suportes, técnicas, bem como desafios que venham favorecer o crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos.

Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhe foram oferecidas tais condições.
A importância de valorizar o desenho desde o início da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.

Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.

Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno, seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.

Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia

O papel da arte na formação dos jovens e na transformação das comunidades

Educação da sensibilidade. Assim pode ser definido, em uma única expressão, o ensino de Arte. O que isso significa? Perceber crianças e adolescentes de forma integral e mobilizar suas capacidades para que possam participar plenamente das culturas, conhecendo, apreciando, criando e pensando sobre a produção humana de seu tempo e de outros tempos. A Arte desempenha, portanto, um papel fundamental na educação. Certo? Em parte…

“A Arte pode ter muitos papéis, pois tem muitos alcances. Pode fortalecer a identidade, pelo conhecimento das culturas das quais o aluno participa. Pode ampliar a visão de mundo, pelo contato com a produção artística de outros tempos e lugares. Pode dar à criança um espaço de expressão e de participação como produtora de cultura. Pode e deve integrar-se com outras áreas do conhecimento, permitindo uma maior compreensão do mundo”, diz Selma Moura, mestre em Linguagem e Educação pela USP e professora há 16 anos.

“Conhecer diferentes processos artísticos e, por conseguinte, diferentes processos de criação, interferem no processo de aprendizagem no sentido de se estar atento aos diferentes tipos de inteligência, respeitando e valorizando as diferenças de cada aluno. Essa atitude acrescenta possibilidades de discussões enriquecedoras que fazem com que os alunos se percebam como sujeitos ativos de sua própria aprendizagem”, acrescenta Mônica Bolsoni, professora de Artes Plásticas e História da Arte do CAP UERJ e Coordenadora do Pólo UERJ Arte na Escola.

Mas, segundo Mônica, expectativas anacrônicas a respeito dos objetivos das aulas de Artes ainda persistem. “O tempo de aula e a falta de salas específicas demonstram não haver atenção merecida e provam desconhecimento da importância do ensino das Artes na formação dos alunos”, opina. Uma das formas de mudar esta situação, valorizando e utilizando todo o potencial da Educação Artística, é se aproximar da realidade. “Utilizar temas relevantes do momento, relacionar aspectos históricos e propor atividades e ações que carreguem significado durante todo o seu processo”, observa Mônica Bolsoni.

E se o objetivo é aproximar os conteúdos com a vida e a realidade dos alunos, a cultura popular não pode ficar de fora. Sobretudo em um país como o Brasil, com uma produção vasta e diversificada. “É claro que todas as crianças têm direito a conhecer os nomes consagrados na Arte, mas não podemos descuidar também da realidade social de cada aluno, de cada escola, de cada cidade. Nossa produção artística – acadêmica e popular – é riquíssima e não faz sentido ignorá-las ao trabalhar Artes na escola”.

Por isso, visitar comunidades, conhecer grupos tradicionais, apreciar manifestações como o grafite e o rap e valorizar os conhecimentos trazidos pelas crianças é tão importante quanto visitar museus. “Ao valorizar os conhecimentos das comunidades, fortalecemos a auto-estima das crianças e dos jovens, tornamos a aprendizagem mais significativa e legitimamos o conhecimento popular como digno e válido, ajudando a formar para a cidadania, o respeito à diversidade e a valorização da pluralidade cultural”.

(Selma Moura, mestre em Linguagem e Educação pela USP)

A importância da formação musical

Estudos mostram que aprender a tocar um instrumento musical ajuda a promover a “Formação’ o desenvolvimento do cérebro em crianças. Formação de música antiga foi encontrada para melhorar a memória e outras habilidades mentais, e promover a saúde psicológica, reduzindo o estresse e ansiedade.

Gênios musicais, como Wolfgang Amadeus Mozart começou a desenvolver seu ofício como crianças pequenas. A maioria das crianças não será tão famoso ou apaixonado por música como Mozart ou Beethoven, mas muitos vão beneficiar de aprendizagem e de formação na arte de várias maneiras. Além de ser capaz de expressar, entreter sua família e amigos, ou apenas se divertir jogando com um instrumento de sua escolha, as crianças podem desenvolver suas habilidades mentais e maximizar o potencial de seus cérebros através da participação na música.

A pesquisa sobre o impacto da música no desenvolvimento do cérebro das crianças não é nova. O efeito da música sobre o tamanho do cérebro tem sido estudada desde o século 19, e tem levado algumas pessoas como o senador Zell Miller Georgia conceber “Beethoven para bebês”, um CD de música clássica que foi dado a cada recém-nascido na Geórgia para levar para casa do hospital. Tecnologia recente, técnicas particularmente imagem, como a ressonância magnética (MRI) tem também permitiu aos pesquisadores visualizar o impacto da música sobre o tamanho do cérebro e atividade cerebral (“Efeito Mozart”) em indivíduos vivos. Embora os pesquisadores ainda não está certo se a ouvir música clássica em uma idade precoce afeta o desenvolvimento do cérebro, Estudos sugerem que o treinamento musical pode ter um efeito. Por outro lado, Alguns especialistas também acreditam que a capacidade da criança de aprender a tocar um instrumento só pode ocorrer em pessoas cujos cérebros já estavam bem desenvolvidas em determinadas áreas.

Benefícios da Formação Musical

Estudos anteriores demonstraram que o treinamento música está associada à melhora em escolares de QI. Especialistas acreditam que a música promove o desenvolvimento cognitivo (mental) em crianças e deve ser parte do ensino pré-primário e primário. Tem sido demonstrado que as crianças que tomam aulas de música mostram melhorou as habilidades de memória que estão correlacionados com habilidades não-musicais, como a matemática, alfabetização, processamento visual e espacial e memória verbal, em comparação com crianças que não estão tendo aulas.

Estudos mostram que há muitas formas de treinamento musical pode melhorar a conectividade e função de diferentes regiões do cérebro. One aumenta o volume do cérebro e suporta a comunicação entre diferentes áreas do cérebro. Tocar um instrumento musical em uma idade precoce (especialmente antes da 7 anos) afeta a forma como o cérebro interpreta e assimila uma ampla gama de informações sensoriais. Formação musical melhora a sua capacidade de integrar informações de diferentes sentidos – orelha, visão e tato. Aumenta a ligação entre as zonas do cérebro (circuitos cerebrais), a criação de um sistema de acesso alternativas quebrado ou cérebro disfuncional.

Neurocientistas canadenses que examinaram os cérebros de adultos 19 um 21 com pelo menos um ano de formação musical descobriram que certas regiões do cérebro associadas com a autoconsciência e público foram maiores no treinamento da música começou antes dos sete anos de idade. Especificamente, estas regiões do cérebro tinha mais matéria cinzenta e uma crosta mais espessa, que forma a camada mais externa do cérebro.

Outro estudo realizado por pesquisadores suecos descobriram que o treinamento musical remodela os circuitos cerebrais por meio da neuroplasticidade. Análise MRI de pianistas função cerebral enquanto estiver jogando em um teclado 12 teclas de piano mostraram que o treinamento musical ajudou a melhorar a sua capacidade de improvisar, sugerindo melhoria da conectividade cerebral e menos dependência de memória.

Música e Psicologia da Saúde

Além da melhoria da função cognitiva, pesquisas recentes sugerem que aprender a tocar um instrumento musical como o violino também melhora a saúde psicológica.

Uma equipa de investigação de psiquiatria infantil na Universidade de Vermont College of Medicine publicou recentemente os resultados no jornal da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente, indicando que o treinamento musical pode ajudar as crianças a controlar suas emoções, reduzir a ansiedade, e foco. Sua pesquisa, longe, É a maior investigação da associação entre a formação musical e desenvolvimento do cérebro, Tendo 232 participantes.

A equipa, dirigido por James Hudziak, MD, professor de psiquiatria e diretor do Centro de Vermont para Crianças, Jovens e Famílias, analisaram os exames de ressonância magnética do cérebro de crianças de seis a 18 anos, prestando atenção às alterações na espessura das áreas de camada exteriores (cortical) cérebro. Em sua pesquisa anterior, eles descobriram que muda (espessamento / emagrecimento) em áreas específicas do cérebro afetado o aparecimento de ansiedade, depressão, agressão, problemas de controle comportamental e atenção, mesmo em crianças sem doença mental ou distúrbio. Sua recente estudo teve como objetivo determinar se o treinamento musical, atividade positiva, influência cortical estes indicadores.

Os pesquisadores encontraram evidências de que a reprodução de música, exigindo controle e coordenação motora, poderia alterar as áreas motoras do cérebro e influenciar mudanças em áreas do cérebro relacionadas para controlar o comportamento.
A prática de música aumento da espessura da área do córtex que controla o funcionamento executivo (memória de trabalho, controle de atenção) organização e planejamento de capacidade. Parece também para afetar as áreas do cérebro que desempenham um papel no controlo inibitório e processamento de emoções. Os autores acreditam que mexer, por exemplo, Você pode ajudar uma criança para combater distúrbios psicológicos, como ansiedade e depressão melhor do que pílulas. Estes resultados suportam o modelo do principal autor de todo o ambiente da criança, incluindo a família, animais de estimação, professores, amigos e atividades extracurriculares, contribuir para a saúde psicológica, com a música a ser um componente crítico no modelo.

Como motivar as crianças para a prática de tocar um instrumento

Muitos pais querem que seus filhos para aprender a tocar um instrumento musical, se o piano, violino ou guitarra. Contudo, muitas crianças podem preferir jogar com seus aparelhos eletrônicos, jogar jogos de vídeo ou esportes.

Não são muitas as crianças têm um talento natural ou paixão pela música de aprendizagem, mas o interesse em música pode ser cultivada na maioria das crianças.
A chave para motivar a criança a pegar um instrumento e aprender a usá-lo é para iniciá-los jovem, inicialmente expondo-os a música escutando, cantar, balançando ou dança, e jogar jogos. É importante para determinar se eles estão prontos ou maduro o suficiente para escolher um instrumento e ter aulas. Contudo, os pais podem começar a ajudar os filhos a desenvolver habilidades, tais como a identificação de ritmos simples, melodias, o instrumentos. Eles podem ter aulas formais de que eles são mais velhos para facilitar a sua compreensão da música, sem pressioná-los a se tornar grandes artistas.

por Dr. Pablo Rosales

 

Pin It on Pinterest